Não me permito mais olhar dentro do meu espelho. Olhar de verdade.
Sinto pena das navalhas, mas não sinto pena de mim.
Sinto pena das navalhas, mas não sinto pena de mim.
Queria que fosse como antes. Queria que fosse de brincadeira, agora.
Não quero mais ter que rastejar.
Não quero mais ter que lamber meus pêlos.
Não quero mais ter que ouvir gemidos.
Não quero ver os nossos segredos sendo mortos.
Não quero ter que me despedir em vão.
Não te quero escorrendo.
Quero a sua parte macia. Quero o seu intacto.
Não te quero escorrendo, mas se for escorrer
que seja por minhas mãos.
Não quero mais ter que rastejar.
Não quero mais ter que lamber meus pêlos.
Não quero mais ter que ouvir gemidos.
Não quero ver os nossos segredos sendo mortos.
Não quero ter que me despedir em vão.
Não te quero escorrendo.
Quero a sua parte macia. Quero o seu intacto.
Não te quero escorrendo, mas se for escorrer
que seja por minhas mãos.
em evas
Nenhum comentário:
Postar um comentário